18 de nov. de 2011

O MILAGRE É A VIDA


Quem não discerne que o milagre é a vida, e que o resto que de bom seja, é apenas força e alegria para viver — nunca aprenderá a viver nesta terra de nascimentos chorados, de gozos doídos, de partos arrancados, de uniões entre espinhos; e de necessidade de paciência e perseverança em amor, assim como se necessita de pão, água, ar e calor.
 No domingo, já tarde para uma casa em saudade, uma moça veio aqui e entrou no quarto de minha mãe e jogou-se em cima dela, que dormia, dizendo: “Como eu vou viver sem ele?” E gritava isto com insistência, assustando minha mãe. Eu peguei a moça e a levei para a garagem da casa e conversei com ela.
 “Você não sabe o que é ficar sem ele!...” — me afirmava ela, que vinha aqui de tempos em tempos, e apenas quando não tinha outra alternativa, em razão da escolha suicida que ela fez e que mantém: viver cheirando pó.
Eu não sei o que é ter que viver sem ele...
 Eu?
 O fato é que aquela moça bem expressa a verdade acima, ensinada a mim por meu pai:
A pessoa que não discerne que o milagre é a vida, e que o resto que de bom seja é apenas força e alegria para viver — nunca aprenderá a viver nesta terra de nascimentos chorados, de gozos doídos, de partos arrancados, de uniões entre espinhos; e de necessidade de paciência e perseverança em amor, assim como se necessita de pão, água, ar e calor.
 Quem não vê a existência assim, jamais encontra vida na existência.
 Busca, busca e nunca acha nada.
 Só vê vida na existência aquele para quem a vida é o milagre e a existência é a conseqüência. Não importando “o quê”. Pois, já não há mais “quês” depois que a vida é o milagre em si.
 Sim! Quem não vê a vida assim é capaz de achar que sua dor longínqua e egoísta é sempre a maior do mundo; e que nesta vida não se tem razão alguma para existir se alguém não viver por nós.
 A tristeza é constatar que a fraqueza humana que só aumenta frente à existência, é o amargo fruto de não se ver claramente que a existência é secundaria onde o milagre é a vida.

Pense nisso!




17 de nov. de 2011

Obras de arte com a Barbie

A artista plástica francesa Jocelyne Grivaud resolveu homenagear a Barbie com a exposição “perso”. Ela usou a boneca para fazer releituras de suas obras de arte favoritas.

MONA LISA (DA VINCI), NEFERTITI
VÊNUS DE MILO, RETRATO DE MARILYN (ANDY WARHOL)

RETRATO DE SYLVIA VON HARDEN (OTTO DIX), RETRATO DE DORA MAAR (PICASSO)
MOÇA COM BRINCO DE PÉROLA (VERMEER), RETRATO DE CHANEL

Lembracinha

Ponto cruz - toalha de boca (bebê)



Ponto cruz - toalha de rosto



Ponto cruz - toalha de banho

Jogo de toalha de banho;
Barrado de Crochê: Célia Pirondi

Ponto cruz - pano de prato e copa












Ponto cruz - gráfico infantil





Ponto cruz - gráfico flor






Ponto cruz - gráfico borboleta






Ponto cruz - gráfico fruta




Porta chave - MDF

Caixa - MDF